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Atrizes consagradas em filme sobre Alzheimer

Camera for movie and abstract multimediaNesta primeira semana de outubro acontecem as gravações do curta-metragem Minha mãe, minha filha, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. O filme apresenta a história de Isabel, de 50 anos, vivida pela atriz Helena Ranaldi, cuidadora de sua mãe, Dora (papel de Eva Wilma), que tem Alzheimer. O neto adolescente Felipe (vivido pelo jovem ator Guilherme Rodrigues) mora com as duas e tenta auxiliar nos cuidados com a avó, que já está numa fase difícil da doença.
“O filme mostra a luta diária de Isabel, que abdicou de trabalhar para dedicar-se totalmente à mãe e de como é difícil lidar com essa situação, por mais que haja muito amor na relação”, conta Alexandre Estevanato, produtor executivo e diretor do filme.
O curta está sendo realizado pela Estevacine Filmes, de Estevanato e da roteirista Cintia Sumitani, que escreveu a história. Cintia criou uma obra de ficção com a qual os familiares de pessoas com Alzheimer devem se identificar, já que as situações apresentadas tendem a ser comuns com o decorrer da doença. Cintia e Alexandre são casados e tiveram um caso na família que serviu de inspiração – a avó dele desenvolveu a doença há cerca de quatro anos.
Com a falta de patrocínio, Estevanato, depois de reduzir os custos ao máximo, incluindo aí o cachê dos profissionais envolvidos, tentou conseguir a verba via site de financiamento coletivo. No entanto, só chegou à metade do valor. “Decidimos que era um projeto que precisava sair da gaveta e já tínhamos o aceite dessas duas atrizes maravilhosas para os papeis. Então decidimos fazer na raça”, conta o diretor.
O valor de R$ 25 mil, necessário para a produção, ainda não foi obtido, mesmo com a ajuda adicional de comerciantes e empresários de São José do Rio Preto, mas Estevanato está disposto a tirar do próprio bolso a quantia que faltar. “O curta tem uma história tão delicada e, ao mesmo tempo, triste, sobre um assunto urgente. Ele precisa ser feito”, afirma.
Assim, sem a verba necessária para a finalização, o diretor busca novas patrocinadores. “Não queremos que Minha mãe, minha filha fique na gaveta. Desejamos que ele seja mostrado ao público para levantar o diálogo e a reflexão sobre os cuidados ao paciente com Alzheimer”, diz Estevanato. A intenção é que o filme seja lançado já no início de 2018.
Para conhecer mais sobre a obra e saber como colaborar, acesse o site da Estevacine Filmes aqui.