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GERP 2015: ligas acadêmicas ganham destaque

O GERP 2015 também será palco do 8o Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia (LGG), que reunirá estudantes de diversas áreas de saúde interessados no envelhecimento.
“A realização do Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia dentro do GERP garante aos alunos a oportunidade de aproveitar tudo o que o congresso tem a oferecer, como aquisição de conhecimento atual e de qualidade nas áreas de geriatria e gerontologia, contato com profissionais dessas áreas, infraestrutura e logística para comportar o simpósio, entre outros”, explica Fernanda de Marzio, representante das ligas acadêmicas de geriatria e gerontologia no GERP.
“Além disso, os alunos têm a oportunidade de mostrar aos congressistas o trabalho executado pelas ligas acadêmicas, promovendo uma consolidação cada vez maior dos grupos, mostrando seu impacto tanto em nível acadêmico quanto em nível social”, completa.
KooperationO 8o Simpósio das Ligas de Geriatria e Gerontologia contará com uma programação exclusiva, que trará apresentações de projetos das diferentes áreas acadêmicas (pesquisa, ensino e extensão) e a premiação dos melhores trabalhos de cada área. De acordo com Fernanda, a criação e a execução dos diversos projetos são de responsabilidade dos acadêmicos, o que reforça a importância do encontro como uma oportunidade de compartilhar informações e multiplicar ideias.
“Além dessas apresentações, haverá uma mesa redonda para a discussão da II Diretriz das Ligas de Geriatria e Gerontologia, com o objetivo de reformular e complementar a I Diretriz. Isso ocorrerá por meio de discussões sobre a definição de LGGs, seus objetivos e atuações”, acrescenta.
São esperadas cerca de 100 pessoas de 15 ligas de todo o Brasil.
“Acreditamos que o simpósio pode promover o entendimento e interesse dos alunos de graduação pelo envelhecimento por meio da troca de experiências. A partir disso, lançaremos um incentivo para cada aluno aperfeiçoar a ação de suas respectivas ligas de geriatria e gerontologia”, diz Fernanda, que pertence à Liga de Geriatria e Gerontologia da Escola Paulista de Medicina – Unifesp. “Assim, não apenas os estudantes se beneficiam dessas mudanças, mas também parte da população por meio de atendimentos, campanhas e cursos oferecidos pelas ligas.”