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Idoso deve morar sozinho?

Se a pessoa idosa realiza suas tarefas diárias com autonomia e independência, sente-se segura (e passa segurança a outras pessoas) para sair à rua, ir às compras, ao médico, tomar suas medicações, enfim, cuidar de si, e se não demonstra alterações cognitivas, ela pode morar sozinha.

Entretanto, mesmo que a pessoa idosa demonstre autonomia, é fundamental que os familiares a acompanhem, verificando sinais que demonstrem redução das capacidades física e cognitiva, se o idoso é capaz de tomar suas próprias decisões, se não está esquecendo tarefas ou cometendo atos que podem colocar sua vida em risco – como esquecer uma panela no fogo. Por isso, primordialmente, a supervisão da pessoa idosa, mesmo mostrando independência, deve ser constante.

Sinais para ficar de olho:

· Quedas e/ou acidentes;

· Dificuldades na realização das atividades diárias;

· Mudanças na casa (deixar a casa bagunçada – se antes era organizada, por exemplo);

· Alterações na aparência da pessoa (roupas sujas, higiene comprometida);

· Desorganização nas finanças (contas atrasadas, surgimento de dívidas bancárias);

· Esquecimentos constantes.

Caso os familiares percebam que a intervenção é necessária, é preciso conversar com a pessoa idosa de forma tranquila e respeitosa sobre o assunto, dando espaço para que ela se expresse, com paciência e sem causar constrangimento. Se necessário, leve-a a uma consulta com um profissional que possa ajudá-la a compreender a questão, como o médico geriatra.

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